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Entidades em defesa da Mulher, pedem providências no combate à violência doméstica durante a pandemia

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O Fórum Popular de Mulheres e a Associação Filhas do Boto Nunca Mais, juntamente com mais de 14 instituições do terceiro setor e coletivos feministas, protocolam pedido de tomada de providência a respeito da efetividade dos serviços de atendimento a mulheres e meninas vítimas de violência doméstica em tempos de pandemia. Em, que pese, segundo as autoras, os esforços de várias instituições públicas que atuam na rede dos serviços de atenção as vitimas, realizando campanhas informando números para auxílio, na prática, alguns serviços sofreram com as restrições de atendimentos, e outros, simplesmente, foram suspensos, devido a pandemia. Ou seja, mulheres afetadas pela violência doméstica, quando procuram atendimento, estes são marcados com prazos muito longos, isso quando as mulheres conseguem acessar os serviços pelo atendimenro on line e/ou pelo disk denuncia 180 ou 190.


Na mededia que avança a pandemia do Covid 19, aumenta o risco de vida de mulheres e meninas, tendo em vista, o confinamento domiciliar e o isolamento social.
O documento, ressalta a importancia manter os serviços de proteção social a mulheres e meninas nesse periodo de pandemia, inclusive que os governos Estadual e Municipal, incluam a demanda da violencia domestica no Gabinete de Crise pautando como demanda essencial a segurança e a vida das mulheres, conforme a relatoria especial da ONU, Dubravka Simonovic, quando recomenda ” a adoção de medidas pelos governos para garantir e proteger os direitos humanos, por meio de de ações urgentes e essências, entendo que todos os Estados devem fazer esforços significativos para lidar com a ameaça a todos os tipos de violência contra mulheres e meninas em função do isolamento por conta da Covid 19″.

Desse modo, o documento propõe que rede de serviço, apresente um plano de ação estratégico , com um fluxo de atendimento emergencial para a sociedade civil, para contribuir com o encaminhamento e a garantia do acesso das vítimas a rede de serviço.

Importante que os governos, adotem medidas estratégicas intersetorializadas, conjuntas e artículadas envolvendo pastas como saúde, seguranca, assistencia social, educação e planejamento, afim de aprimorar medidas para coibir a violencia doméstica de mulheres e meninas, que vá além de campanhas, mas que contém com atendimento imediato de toda a demanda sem agendamos que possa comprometer o real socorro a vítima.

Vejam o documento na íntegra:

 

Fonte: Assessoria


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