DIREITO DE RESPOSTA EXTRAJUDICIAL SINJUR

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O SINDICATO DOS TRABALHADORES NO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE RONDÔNIA – SINJUR, na pessoa de sua presidente, Gislaine Caldeira, com fulcro no art. 5º, inciso V , da Constituição Federal, e no art. 2.º da Lei n. 13.188/2015, vem requerer:

DIREITO DE RESPOSTA:

“É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem”…

A propósito de matéria veiculada neste “Informativo”, de forma equivocada, feita a partir de denúncia do servidor do Poder Judiciário, Luciano Peixoto, com o seguinte título.

Inadmissível: Unimed de Servidor do TJ/RO subiu R$615,19 reais

Temos a esclarecer o seguinte:

Ao contrário da publicação, o servidor falta com a verdade, pois não foi surpreendido com a nova composição dos valores do plano de saúde, uma vez que ainda em 28 de agosto do ano passado, esta regra impositiva da ANS foi levada ao conhecimento de todos.

Na seqüência, foi objeto de matéria veiculada no site do Sinjur, e todos foram alertados, inclusive a evitar o uso do plano, para não gerar custos, salvo em caso de extrema necessidade.

E MAIS: ESCLARECE que, a incidência do aumento no contra-cheque do servidor-denunciante, se deu em face da mudança da faixa etária de dois de seus dependentes, e, ainda, pela cobrança do valor reatroativo referente aos descontos aplicados nos meses de setembro a dezembro (04 meses), o qual será parcelado em 12 prestações, de modo a minimizar o impacto, em seu contra-cheque.

Estranha o SINJUR que, como preconiza a praxe da boa convivência no trabalho, o exercício do bom senso deve prevalecer sempre, antes de qualquer denúncia vazia, fato não observado pelo aludido servidor, principalmente quando se trata de assuntos de natureza “interna corporis”.

Neste caso, debatê-lo à exaustão, a “priori”, era a medida que o SINJUR esperava do sindicalizado, para que mais tarde ele não sofra constrangimentos, quando forem ouvidos os argumentos esclarecedores da parte contrária.

Estranha, muito mais ainda, que tal veículo de comunicação não tenha cumprido com uma das premissas mais comezinhas da literatura do jornalismo, qual seja, apuração dos fatos ouvindo os dois lados, para não jogar no lixo reputações construídas com seriedade, responsabilidade e esforço de todos, como tem feito o SINJUR, durante todos esses anos.

Atenciosamente

GISLAINE CALDEIRA
PRESIDENTE


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