DESILUSÃO: Portovelhenses são enganados pela falsa promessa das 400 mil doses da vacina contra o coronavírus

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364 – Caso das vacinas começa a cair no esquecimento, enquanto Hildon Chaves (PSDB) sucateia o serviço público. O legislativo municipal calou-se diante da denúncia que poderia ter levado Hildon Chaves a ser afastado do cargo.

Marcelo Thomé, Hildon Chaves e Fabrício Jurado foram os “articuladores” das falsas 400 mil doses da vacina AstraZeneca/Oxford


Hoje (02) completa o aniversário de quaresma da operação policial no Rio de Janeiro que desmantelou uma quadrilha de lobistas travestidos de empresários que iriam intermediar a negociação das vacinas Oxford/AstraZeneca contra Covid-19 com a Prefeitura de Porto Velho. A Polícia Civil agiu rápido e evitou que milhões de reais do sudo dinheiro do contribuinte caísse nas mãos da Montserrat.

Quarenta dias se passaram e não há nada que demonstrem a chegada das 400 mil doses prometidas pelo prefeito Hildon Chaves. Para a situação ficar mais obscura, até mesmo as investigações sobre o caso estão sob sigilo. Ninguém sabe dizer ao certo o que aconteceu, enquanto Porto Velho continua colecionando óbitos e sendo a capital que menos imunizou dentre as 27 do País.

O Município parece não ter se importado com as críticas do episódio das vacinas e continua avançando, e fazendo das suas. Na semana passada conseguiu aprovar dois projetos extinguindo quase três mil cargos efetivos do Município, dentre garis, engenheiros e arquitetos. É o maior desmonte do serviço público já visto na história do Município. O serviço público municipal está na iminência de ser vendido para a iniciativa privada.
Por sorte (se é que essa é a palavra certa) a extinção dos cargos criou um pequeno racha na base do prefeito na Câmara. Uma parcela dos veradores que votaram contra a terceirização do serviço público foi sacado da base aliada do Executivo na Câmara Municipal e perderam seus cargos comissionados. Está nas mãos desse pequeno grupo o pedido de uma CPI das Vacinas, mesmo que ela não seja aprovada. Pelo menos mostrará ao público mais uma vez quem está contra o povo.
Tanto no caso das vacinas, quanto no de sucateamento do serviço público há dois personagens comandando a situação: o secretário geral de Governo, Fabrício Jurado (DEM) e o empresário Marcelo Thomé. Fabrício dificilmente fala nas reuniões e é “o cara” das privatizações (que eles chamam de minirreforma administrativa); Já Marcelo Thomé é o “cara das vacinas”, pois foi a secretaria dele, a Sedi, quem teria negociado com o tal escritório “fanta” da Cidade Maravilhosa.
O certo é que Hildon Chaves vem sendo muito pouco importunado pelas barbeiragens administrativas que vêm realizando. Parece não ter compromisso nenhum com o servidor público, ao trair a categoria com reformas mirabolantes e que não se justificam. A Câmara Municipal precisa dar uma resposta urgente ao prefeito ou irá colocar seu nome na história como a pior legislatura do Palácio Jorge Teixeira.
Falar em Jorge Teixeira, que completou 100 anos esta semana, o velho coronel teria vergonha de empresar seu nome a uma Casa acovardada e que não privilegia os trabalhadores.

Fonte: Brasil364


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