Após tomar contrato no “tapetão” empresa fornece comida estragada

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BANDO LIM
Após tomar contrato no ´tapetão´ empresa fornece comida estragada e fora de peso a presídios da capital. A empresa Bandolim está sendo alvo de denúncias no Ministério Público estadual por está servindo comida estragada, em marmitex fora do peso, previsto em contrato com a Secretaria de Justiça do Estado, para fornecimento de refeições aos presídios da capital.
A Bandolim foi denunciada no início do mês por um empresário que havia vencido a licitação de fornecimento das refeições dos presídios e que teve o contrato rescindido após ser alvo de uma sabotagem da Bandolim, sendo obrigado a demitir dezenas de trabalhadores de sua cozinha industrial.
No episódio em que culminou com a rescisão do seu contrato, o dono da Sabor Mais, disse que a Bandolim enxertou duzentos marmitex estragados no carregamento que foi para o presídio afim de incriminá-lo. A sabotagem deu certo, a Sabor Mais foi denunciada e o MP pediu a rescisão do contrato, obrigando o Governo estadual a fazer a rescisão.
Na Assembleia Legislativa, a Bandolim tem um representante forte e defensor da empresa: o deputado estadual Eyder Brasil. Foi ele quem publicamente pediu a rescisão contrato em um pronunciamento em seu perfil na rede social, colocando em xeque a credibilidade da licitação feita pelo Governo do Estado, e ironizou o próprio Governador Marcos Rocha.
“Eu quero acreditar que o nosso governador não tenha consicência do que teja acontecendo onde já foi seu local de trabalho, onde já foi sua secretaria”, disse o parlamentar ao pedir a suspensão do contrato e lembrando que a Sabor Mais possui outros contratos ganhos no interior, onde pode também estar ocorrendo o mesmo que em Porto Velho.

O empresário da Sabor Mais tem denunciado abertamente a Bandolim a quem chamou os proprietários de ´empresários corruptos, bandidos e que estão dilapidando o ESTado de Rondônia´. Em recente material publicado na mídia da capital, o empresário disse que está sofrendo perseguições por parte da Bandolim (inclusive foi preso pela PF por causa disso) “(eles) pegaram dinheiro, investiram pesado, para arrancar esse contrato da gente”, “foi feita uma operação criminosa”, disse o empresário após ter o contrato das refeições rescindido pela Sejus.


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